Perguntas frequentes
Reunimos aqui as dúvidas que mais aparecem antes de fechar negócio. Não achou a sua? Chama no WhatsApp — a gente responde rápido, de verdade.
Quer entender parcelas, FGTS e financiamento? Veja nossa página de Financiamento.
Onde a EASE atua
Em quais cidades a EASE atua?
Nossa base é Curitiba e Colombo. A partir daí, atendemos toda a Região Metropolitana de Curitiba — como São José dos Pinhais, Araucária, Pinhais, Almirante Tamandaré, Campo Largo e Fazenda Rio Grande — e o litoral do Paraná, com destaque para Matinhos, Caiobá, Guaratuba e Pontal do Paraná.
O processo de compra ou venda muda fora de Curitiba e Colombo?
O acompanhamento é o mesmo especialista e a mesma transparência de sempre — o que muda são detalhes locais, como a alíquota do ITBI e o perfil do mercado de cada cidade, que a gente já traz calculado para você.
Documentos para comprar um imóvel
Quais documentos eu, comprador, preciso apresentar?
RG e CPF seus e do cônjuge (se for o caso), certidão de casamento ou união estável, comprovante de residência e de renda. Pessoa jurídica: contrato social, CNPJ e documentos de quem assina pela empresa.
E se o vendedor for pessoa física?
RG, CPF, certidão de casamento (se casado, separado ou divorciado), comprovante de residência e as certidões negativas que mostram que não há dívida ou processo capaz de complicar a venda — fiscais, trabalhistas e cíveis.
E se o vendedor for uma construtora ou empresa?
Contrato social e alterações, CNPJ, certidão simplificada da Junta Comercial, documentos de quem assina pela empresa e certidões negativas de débitos, incluindo INSS e FGTS.
Quais documentos o próprio imóvel precisa ter em dia?
Matrícula atualizada — o mais importante: mostra o histórico e qualquer pendência sobre o imóvel —, certidão de ônus, IPTU quitado e, se for apartamento, declaração de que não há débito condominial.
O que entra no contrato de compra e venda?
Identificação das partes, descrição completa do imóvel, valor, forma de pagamento e prazos — sempre revisado com você antes da assinatura, sem letra miúda.
Documentos para vender um imóvel
Preciso separar algum documento antes de anunciar com a EASE?
Não para anunciar — só para fechar negócio, quando já tiver uma proposta. A gente avisa exatamente o que reunir, no momento certo, sem sobrecarregar você antes da hora.
Quando tiver uma proposta, o que vou precisar como vendedor?
Pessoa física: RG, CPF, certidão de casamento (se for o caso), comprovante de residência e as certidões negativas — fiscais, trabalhistas e cíveis — que dão segurança a quem está comprando. Pessoa jurídica: contrato social, CNPJ e certidões da empresa.
E os documentos do imóvel em si?
Matrícula atualizada, IPTU quitado e, se for apartamento, declaração de quitação condominial assinada pelo síndico ou pela administradora. A gente ajuda a emitir o que estiver faltando.
Programas habitacionais
O Casa Verde e Amarela ainda existe?
Não com esse nome — o programa retomou o nome original, Minha Casa, Minha Vida, em 2023, e segue sendo o principal programa habitacional do governo federal, hoje com quatro faixas de renda.
Quem pode participar do Minha Casa, Minha Vida?
Famílias com renda bruta mensal de até R$ 13.000 (faixa urbana), sem imóvel em nome de nenhum morador e sem financiamento habitacional ativo. As condições de juros e entrada variam por faixa.
Posso usar o FGTS no Minha Casa, Minha Vida?
Sim — o FGTS pode compor a entrada ou reduzir o valor financiado, seguindo as mesmas regras gerais do FGTS (3 anos de contribuição, entre outras).
Taxas e custos
O ITBI é igual em todas as cidades onde a EASE atua?
Não — o ITBI é municipal, cada cidade define a própria alíquota. Em Curitiba e Colombo é 2,7% sobre o valor venal ou de venda (o que for maior); em São José dos Pinhais, Araucária e Matinhos cai para 2%. Ele nunca entra no financiamento: é pago à vista, antes do registro — por isso vale confirmar a alíquota exata da cidade do seu imóvel.
Escritura e registro são a mesma coisa?
Não. A escritura pública formaliza a venda no cartório de notas — mas só existe na compra à vista: em imóvel financiado, o próprio contrato do banco tem força de escritura por lei, e essa taxa não é cobrada separadamente. Já o registro, no Cartório de Registro de Imóveis, é obrigatório em qualquer compra — é o que efetivamente transfere a propriedade para o seu nome.
Quanto preciso reservar, no total, além do valor do imóvel e da entrada?
Como regra prática, reserve entre 4% e 6% do valor do imóvel para ITBI, cartório e certidões. Em um imóvel de R$ 500 mil, isso costuma ficar entre R$ 20 mil e R$ 30 mil — um valor que pega muita gente de surpresa quando não é planejado desde o início. A gente calcula o valor exato do seu imóvel antes da primeira visita.
Posso usar o FGTS para pagar o ITBI ou o cartório?
Não. O FGTS pode ser usado para a entrada ou para amortizar o financiamento, mas ITBI e taxas cartorárias saem à parte, do seu bolso.
Existe algum desconto nas taxas de cartório?
Em alguns casos, sim: a primeira aquisição de imóvel residencial financiada pelo Sistema Financeiro de Habitação pode ter até 50% de desconto nos emolumentos de registro. A gente confere se o seu caso se enquadra.
Locação e temporada
Locação no litoral funciona igual à locação residencial?
Não exatamente. Aluguel por temporada (até 90 dias, para lazer ou trabalho temporário) segue regras próprias da Lei do Inquilinato: o pagamento pode ser cobrado adiantado, sem a burocracia da locação residencial longa. Passou de 90 dias no mesmo contrato? Vira automaticamente locação residencial comum, com outras regras e proteções.
Alugar por temporada em Matinhos ou Guaratuba tem alguma restrição do condomínio?
O condomínio não pode proibir a locação por temporada só por ser de curta duração — a lei já trata isso como moradia temporária. Podem existir regras internas de convivência (barulho, número de hóspedes), que valem a pena confirmar antes de fechar.
Anúncio, atendimento e crédito
Anunciar meu imóvel com a EASE tem algum custo?
Não. Anunciar é sempre gratuito — fotos profissionais inclusas.
Vocês pressionam para eu fechar negócio rápido?
Não. Nosso papel é te dar informação completa para você decidir no seu tempo — nunca empurrar uma proposta para bater meta.
O que é portabilidade de crédito imobiliário, e vale a pena?
É o direito de transferir seu financiamento para outro banco com taxa melhor, mantendo o mesmo saldo devedor. Pode valer muito a pena se as taxas caírem depois que você já financiou — fale com a gente para simular.
Ficou uma dúvida que não está aqui?
Valores de referência conferidos em julho de 2026. Alíquotas municipais, faixas de renda e tetos federais são revisados periodicamente — confirme a condição vigente antes de fechar negócio. Conteúdo revisado pela equipe EASE.